segunda-feira, 22 de agosto de 2011

|Projeto de 2 em 2| Manuela Rodrigues e Álvaro Lemos


DE 2 EM 2 promove a realização de apresentações onde compositores interpretam suas obras acompanhados pelo instrumento que tocam e/ou utilizam para compor. Eles interagem com o público falando sobre aspectos da obra, da carreira, dos motivos pra compor, em uma atmosfera que possa proporcionar uma maior intimidade com a poesia e com a expressão do poema musicado.
Idealizado por André Lira (músico, produtor cultural) e Arnaldo Almeida (compositor, cantor), DE 2 EM 2 quer provocar essa aproximação entre compositores, intérpretes, produtores e grande público.

Espaço Xisto Bahia (Biblioteca Central dos Barris)
Terça, 29 de março de 2011 às 20:00
Álvaro Lemos e Manuela Rodrigues

O QUE TEM PRA HOJE?


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Juliana Ribeiro lança primeiro CD solo

“Amarelo” é resultado de pesquisas da cantora e historiadora e apresenta as matrizes que constituem o samba

Ela é filha do Sol e de Oxum, pertence ao signo de Leão e tem como elemento chinês o fogo. Por esses e outros motivos, Amarelo foi o nome escolhido para o primeiro CD solo da compositora, intérprete e historiadora baiana, Juliana Ribeiro (32). A obra é composta por uma vasta pesquisa que traz inusitada harmonia entre ritmos como o jongo, o semba, o batuque, a Música Popular Brasileira (MPB), o lundu, o ijexá, o maxixe e o samba. Dessa forma, Juliana Ribeiro se apresenta ao público como uma artista completa, sem rótulos ou limitações, durante o show de lançamento no dia 21 de agosto, no Parque da Cidade, no mesmo dia em que a artista comemorará seu aniversário.
O CD contou com a direção musical  Duarte Velloso e o brilhantismo de  Ricardo Hardmann, André Tiganá, Wilton Batata, Kiko Souza, além de outros músicos convidados e participações especiais do Coro de Cor e Roberto Mendes. O repertório é formado por composições próprias e de grandes nomes do cenário musical baiano como Tiganá Santana, Reginaldo Souza, feitas especialmente para esse CD, e os maiores sucessos em seus dez anos de carreira. Cada música carrega um significado especial para Juliana. “Eu vim das águas”, por exemplo, foi feita especialmente para Yemanjá. “Gostaria de homenageá-la e agradecê-la pela companhia de toda uma vida. Sonhei com o refrão e assim que acordei compus a letra e a melodia”, disse. “Xica Xangô de Ouro”, composta pelo irmão da cantora, Arthur Ribeiro, é uma das faixas que chamam mais atenção no CD, pela sonoridade do Ijexá. “Edith” foi um presente, pois foi o autor, J. Veloso, quem escolheu Juliana para interpretá-la.

No palco, a cantora usa e abusa de recursos e faz um verdadeiro espetáculo. Entre uma interpretação e outra, Juliana entretém o público com histórias sobre os ritmos cantados e que contam a trajetória do samba na música  popular brasileira. "É um espetáculo que reúne três séculos de canção", diz. Um dos momentos mais esperados acontece durante a apresentação da música “Atraca Atraca”, que apresenta o ritmo afro-brasileiro chamado Jongo, uma das matrizes pesquisadas pela artista. Para ilustrar melhor o ritmo, a dançarina e professora Vânia Oliveira (Funceb), foi convidada para coreografar essa manifestação no palco. “A intenção é que a platéia compreenda mais sobre os ritmos através da dança”, explica Juliana.  O CD  é patrocinado pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Bahiagas e do Faz Cultura, e produzido pela Baluart Produtora Cultural e Deo Carvalho. 

O QUE? Lançamento do CD AMARELO de Juliana Ribeiro
QUANDO? Domingo, 21 de agosto  
ONDE? Parque da Cidade- Projeto Música no Parque                                                    HORAS? 11hs da manhã ( pontualmente)                                                                            OBS.:  Os CDs estarão  à venda no local com  preço promocional de 20,00 reais

CHITA FINA recebe selecionados no Festival de Música da Educadora FM

Após longas temporadas com “O Samba Mandou me Chamar” e “Na Roda do Samba com
 Chita Fina”, eventos realizados em espaços culturais, teatros, show’s patrocinados pelo
 governo da Bahia em parceria com secretarias publicas, o grupo Chita Fina inicia a
 temporada “Chita Fina CONVIDA”, a ser realizada nas sextas de agosto, a partir das 22h, no
 Restaurante Grande Sertão. A proposta do show é convidar os artistas selecionados no
 Festival de Música da Educadora FM, assim, abriremos um espaço para que eles possam 
mostrar um pouco da sua musicalidade ao grande público, além de darmos continuidade à 
confluência musical e afetiva que viemos desenvolvendo ao longo das nossas apresentações.

SEXTA-FEIRA (19-08) ÀS 22H

RESTAURANTE GRANDE SERTÃO (COSTA AZUL)

CONVIDADOS: JULIANA RIBEIRO - ÁLVARO LEMOS E CÂNDIDA BORGES

RESERVAS: (71) 32711119

Surama Albuquerque - Quartas no Grande Sertão

PARA CONHECER A VOZ DOCE DE SURAMA ALBUQUERQUE ACESSE:
Myspace:http://www.myspace.com/salbuquerque

Contato:
Margareth (Margô Carvalho) 
*: assessoriasurama@yahoo.com.br
(: (71) 9989-6801 


JORGE AMADO 2011 - I COLÓQUIO DE LITERATURA BRASILEIRA


A Academia de Letras da Bahia e a Fundação Casa de Jorge Amado promovem o Curso Jorge Amado 2011 – I Colóquio de Literatura Brasileiranos dias 22 a 26 de agosto deste ano. O encontro será dedicado ao estudo da obra amadiana, em especial ao primeiro romance publicado pelo escritor Jorge Amado – O país do carnaval , que completa 80 anos de existência.
Parte das comemorações pelos 25 anos de existência da FCJA, o colóquio marca também o início dos eventos em torno do centenário de Jorge Amado, celebrado em 2012. A ALB, a partir desta primeira edição, inclui o referido ao seu calendário oficial de cursos, devendo o mesmo ocorrer em todos os anos, sempre em agosto, em homenagem ao mês de nascimento do escritor.

PROGRAMAÇÃO PRINCIPAL
22/08 | segunda-feira
LOCAL: ACADEMIA DE LETRAS DA BAHIA
19h  Abertura
19h15  Conferência
Ana Rosa Ramos (UFBA) – Jorge Amado e O país do carnaval
Coordenação:  Myriam Fraga (FCJA/ALB)

23/08 | terça-feira
LOCAL: ACADEMIA DE LETRAS DA BAHIA
14h30  Sessões de comunicações (1, 2 )
17h  Conferência “Recepção Crítica da obra de Jorge Amado”
Claudius Armbruster (Universidade de Colônia/Alemanha) – Jorge Amado e a cultura e literatura alemãs
17h40  Mesa redonda “Identidade, mestiçagem e utopia em Jorge Amado”
Rita Godet (Université Rennes/França) – Precariedade, mestiçagem e utopia: “o sopro de vida do povo brasileiro” no projeto literário de Jorge Amado
Ilana Goldstein (Unicamp) – A construção da identidade nacional na literatura de Jorge Amado
Coordenação:  Evelina Hoisel (UFBA/ALB)

24/08 | quarta-feira
LOCAL: ACADEMIA DE LETRAS DA BAHIA
14h30  Sessões de comunicações (3 e 4)
17h  Mesa redonda “Das terras do cacau aos caminhos do mundo”
Maria de Lourdes Netto Simões (UESC) – Jorge Amado e as terras do cacau
Edilene Dias Mattos (UFBA) – Jorge Amado turista: um olhar poético sobre a Latinoamérica
Coordenação:  Rosana Ribeiro Patrício (UEFS)

25/08 | quinta-feira
LOCAL: ACADEMIA DE LETRAS DA BAHIA
14h30  Sessões de comunicações (5 e 6)
17h  Mesa redonda “O político e o histórico na visão de Jorge Amado”
Luis Gustavo Rossi (Unicamp) – Projeto Literário e Romance proletário: reavaliando a política na obra de Jorge Amado
Antonella Rita Roscilli (RAI) – O ideal sócio-político de Jorge Amado
Benedito Veiga (UEFS) – Jorge Amado e A hora da guerra: o cidadão, o político e o artista
Coordenação:  Aleílton Fonseca (UEFS / ALB)
*Lançamento do livro Contos Reunidos , de Aramis Ribeiro Costa

26/08 | sexta-feira
LOCAL: FUNDAÇÃO CASA DE JORGE AMADO
16h30 - Comunicação:
Bahia de todos os santos : Guia de ruas e mistérios, uma proposta de edição crítica em perspectiva genética
Rosa Borges dos Santos (UFBA/UNEB)
Rita de Cássia Ribeiro de Queiroz (UEFS)
Elisabeth Baldwin (UFBA)
17h  Depoimentos Literatura, Cinema, TV e Outras Linguagens
Jorge Portugal – Jorge Amado e as adaptações
Cecília Amado – Um novo olhar sobre os Capitães da Areia
Coordenação:  Myriam Fraga (FCJA / ALB)
*Lançamento do livro Anarquistas, Graças a Deus de Zélia Gattai: da palavra à imagem ,de Antonella Rita Roscilli
Encerramento

|Livro e CDs| Lançamentos de Pierre Verger em Salvador

Livro e CDs com cânticos reunidos por Pierre
 Verger são lançados em Salvador

Fundação Pierre Verger e Casa Oxumarê remontam a história do centro
cultural e religioso, através de publicação


“Casa de Oxumarê: Os cânticos que encantaram Pierre Verger” é o livro organizado por Angela Lühning e Sivanilton Encarnação da Mata (Babá Pecê) que será lançado na próxima quinta-feira, dia 18 de agosto, no Espaço Cultural da Barroquinha, às 18h. A publicação conta com 2 CDs e narra a história da Casa Oxumarê - tombada pelo IPAC (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia) desde 2004 -, reunindo melodias gravadas por Pierre Verger durante sua passagem pela instituição religiosa.
O projeto é fruto da parceria entre a Comunidade Oxumarê e a Fundação Pierre Verger e conta com o patrocínio da Petrobras, através da Lei Rouanet do Ministério da Cultura. Idealizado por Verger e Mãe Simplícia, o projeto levou mais de 50 anos para se tornar documento público por causa da falta de recursos e dificuldades enfrentadas pelo candomblé, principalmente em épocas de muito preconceito.
Construído através de entrevistas, pesquisas de cartas trocadas por Verger com personalidades baianas (como o primeiro diretor da Escola de Teatro da Ufba, Martim Gonçalves), além de documentos do acervo da Fundação Pierre Verger, todo o levantamento deste livro foi realizado por Angela Lühning, pesquisadora da instituição.
“Tentei reunir informações que pudessem sustentar e explicar o processo das gravações feitas há cinco décadas. Foi como procurar “agulha no palheiro”, tive de começar a partir de um ponto até encontrar uma pista e seguir. Demorou um pouco isso, mas, juntando pedacinhos, documentações escritas e lembranças de pessoas que participaram do projeto, o livro se tornou possível”, conta Lühning.
O que se destaca entre as diversas fontes utilizadas para remontar a história do terreiro é o contato pessoal de Verger com as pessoas e suas tradições religiosas. Tal interação foi o que o motivou a mostrar a força das vozes e dos atabaques daquela casa secular, evidenciadas nas gravações feitas com os alabês (no culto dos jejês é o encarregado do instrumental do candomblé) e de um grupo de filhas de santo, em dezembro de 1958, quando a Casa de Oxumarê ainda estava sob a administração de Mãe Simplícia.
O atual pai de santo do terreiro, Babá Pecê, com o apoio da comunidade ajudou a fazer o levantamento da história da casa. Consultaram arquivos e reconstruíram a trajetória do local, contando com a memória dos mais velhos, documentos, fotos pessoais e testemunhos do povo-de-santo.
Para o Babá Pecê o trabalho foi difícil, mas foi também satisfatório. “Existem muitos livros que falam de terreiros. Antes havia antropólogos, historiadores, pesquisadores, sempre alguém que falava da gente. Mas nada é mais importante do que a nossa capacidade de contar a nossa própria história. Assim a gente ajuda a preservar a cultura, nossa identidade, a firmar a nossa história perante a sociedade”, declara o Babalorixá.
A publicação não se restringe apenas ao espaço interno do terreiro. Se propõe a mostrar também aspectos do desenvolvimento urbano de Salvador, da região da Vasco da Gama, onde estão localizados, tanto a Casa de Oxumarê, quanto a Fundação Pierre Verger.


SERVIÇO

Lançamento do Livro “Casa Oxumarê: Os cânticos que encantaram Pierre Verger”, de Angela Lühning e Sivanilton Encarnação da Mata (Babá Pecê).
Livro com 2 CDs, 154 páginas., Editora Vento Leste (Salvador).

Quando: dia 18 de agosto de 2011
Onde: Espaço Cultural da Barroquinha [Praça Castro Alves, s/n, Barroquinha, Salvador]
Preço de venda: R$60
Evento aberto ao público.


Informações à imprensa:
Aleksandra Pinheiro
Comunika Press
71 9121-5359 | 3497-5000